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A Chave do Livro de Apocalipse

O Apocalipse – o livro mais misterioso entre todos os livros! 
Se a Bíblia, no seu conjunto, é um livro que ninguém entende (com
a exceção de um punhadinho de “eleitos”) com toda a certeza, então,
o Apocalipse é o livro menos entendido de todos os livros na Bíblia!

Texto de Herbert W. Armstrong (1892-1986)
Edição de 1952, 1972 (em inglês)
(com pequenas modificações feitas pelos editores do Fundo Bíblico, 2013)

 

 

TODAVIA, este livro contém a chave de todas as profecias!

Podemos nós compreender este livro?  Sim, é possível, se tivermos a chave para abri-lo.

Dar-lhe-emos aqui esta chave.

Este livrinho não contém uma longa exposição do Apocalipse, pois isso não é nosso objetivo atual; nosso intento é de projetar um pequeno esboço, a chave que lhe servirá para abrir as portas de sua compreensão.

O que vai acontecer de agora em diante?

Ninguém pode dar uma resposta definitiva.  Contudo, seria possível predizer os acontecimentos vindouros, se pudéssemos compreender as profecias da Bíblia!

A confirmação desta compreensão é posta à prova pela realização dos acontecimentos preditos.  Quando um ministro ou um evangelista usa as profecias da Bíblia para predizer os acontecimentos futuros “só ao cumprir-se a sua palavra será conhecido como profeta [pregador] [na realidade] enviado do Senhor” (Jr 28:9).

Sem as chaves do Apocalipse, a compreensão das profecias bíblicas seria impossível, porque é neste último livro do Novo Testamento que se encontra a coordenação das diversas profecias, com suas ligações sucessivas e suas ordens cronológicas.  Esta realidade é a primeira chave para se entender o livro.

No livro de Apocalipse os acontecimentos desenrolam-se numa seqüência ordenada de tempo, narrando um evento após outro, com introduções ocasionais na continuação da história.  O discernimento desta realidade dá-nos a primeira chave para compreender o livro.

UMA REVELAÇÃO – NÃO UMA OCULTAÇÃO!
Alguns consideram Apocalipse como um livro inatingível ou fechado à compreensão humana.  Eis, porém, o significado do primeiro versículo:  “Revelação de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu, para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer …”  Isto não é, pois, uma questão de esconder ou ocultar os acontecimentos.  É, com efeito, a revelação de Jesus Cristo para mostrar aos Seus servos as coisas que devem ocorrer.   Em Apocalipse 22:10 nós lemos: “Não seles as palavras da profecia deste livro …”

Note-se (Apoc. 1:1-2) que Deus deu a profecia a Jesus Cristo. Jesus Cristo é, pois, o revelador, e não JOÃO.  É Ele quem nos dá o sentido da profecia.

João testificou, em palavra escrita – esta revelação – e deu testemunho de três coisas?

  1. A Palavra de Deus
  2. O testemunho das palavras diretas de Jesus
  3. As coisas que João VIU, em visão, ou em espírito.

Os primeiros três versículos contêm a introdução de entrada; o resto do primeiro capítulo contém a bela saudação.  O tema principal do livro é revelada no décimo versículo do capítulo.  Este tema é “O DIA DO SENHOR”.

No espírito, em visão, João foi projetado 1.900 anos até o futuro, até o DIA DO SENHOR o qual é mencionado mais de 30 ocasiões na profecia e que literalmente quer dizer o dia ou o tempo dos juízos de DEUS e das pragas que são já iminentes.

Algumas versões e traduções da Bíblia usam “fui no Espírito no dia do SENHOR”. João foi no Espírito e viu os eventos futuros relacionados com o DIA DO SENHOR.  Isso é o tema do livro. O DIA DO SENHOR é um termo que a Bíblia emprega para os dias quando Deus derramará as pragas sobre a terra, por causa do pecados da humanidade, onde João vê em símbolos nesta visão estes eventos do fim dos tempos que vão ter o seu cúmulo com a SEGUNDA VINDA DE JESUS CRISTO.

O TEMA DO LIVRO
Não entendendo o versículo chave, teólogos entraram em argumentos sem fim;  Resultado?  Confusão enquanto discutiam se João recebeu e escreveu a mensagem num dia de Sábado ou num dia de Domingo.  Mas que falta de compreensão!  Que perda de tempo precioso!  A palavra grega original aqui, traduzida “no” ou “em”, quer dizer que João entrou no período de tempo chamado o “Dia do Senhor”.  No espírito, em visão, João foi projetado 1.900 anos até o futuro, até o DIA DO SENHOR o qual é mencionado mais de 30 ocasiões na profecia e que literalmente quer dizer o dia ou o tempo dos juízos de DEUS e das pragas que são já iminentes.  João, estando na ilha de Patmos, encontrava-se em visão no período de tempo chamado “o Dia do Senhor”, logo para vir no fim dos tempos.  Podemos comparar a experiência de João com a de Ezequiel quando este escrevia:  “O Espírito me levantou entre a terra e o céu, e me trouxe a Jerusalém em visões de Deus” (Ez 8:3).  Assim pois o tema do Apocalipse abrange os acontecimentos do DIA DO SENHOR que culminarão na Segunda Vinda de Cristo.

Os Capítulos 2 e 3 contêm as cartas às sete igrejas.  Estas eram as igrejas que existiam na época quando foram escritas as mensagens às igrejas no livro de Apocalipse.  João provavelmente havia lidado com elas no passado.  As características destas igrejas podem ser encontradas na Igreja de Deus através dos séculos.  Necessitamos, pois, estudar estas cartas e aplicarmos às recomendações nelas contidas.

Quanto aos acontecimentos futuros, A ENCENAÇÃO da revelação principal encontra-se nos Capítulos 4 e 5.  Aqui, na sua visão, João é transportado ao céu onde recebe a revelação das coisas que sucederão sobre a terra.  Ele contempla Deus o Pai, e TODO PODEROSO, assentado sobre Seu trono, segurando na mão direita este LIVRO de profecia, selado com SETE SELOS, isto é, completamente fechado ao entendimento.  O número sete denota perfeição.

Diante dEle estão quatro criaturas viventes e os vinte e quatro anciãos, e no meio destes encontra-se Cristo, “o Cordeiro de Deus”.  Cristo é o único digno de abrir o livro e revelar a profecia para que possamos compreendê-la.

Lembre-se bem que OS SETE SELOS ESTENDEM-SE SOBRE TODO O LIVRO.  Na sua visão, João vê Cristo, neste ambiente celestial, tomar o Livro da mão direita do Pai, e desatar, um por um, estes selos – mostrando-nos assim a nós, os servos de Cristo – os eventos que BREVEMENTE DEVEM ACONTECER.

João viu estas coisas antes que elas tivessem ocorrido.

AS CHAVES DOS SETE SELOS
A abertura dos primeiros 6 selos está registrada no Capítulo 6. João escreve conforme as coisas que ele vê!  Porém, tudo o que vê é simbólico.  Estes símbolos representam eventos literais como também reais que ocorrerão sobre a terra.

Como podemos compreender o verdadeiro sentido destes símbolos?  Qual é, pois, A CHAVE?

Assim como Jesus, durante o Seu ministério, falou através de parábolas àqueles que estavam “por fora” para não entenderem a verdadeira significação das coisas que Ele explicava, (Mc 4:10-12; Mt 13:13-15), do mesmo modo esta profecia nos é apresentada em símbolos.  Mas aos que estão “por fora” não podem compreender tais símbolos.  Jesus Cristo, porém, vai esclarecê-los numa linguagem clara àqueles que O seguem e obedecem à Lei de Seu Pai (Sl 111:10); àqueles que possuem o Espírito Santo (João 16:13; Atos 5:32).  Não é dado a todos entender, porque a mente natural e carnal está em rebelião contra Deus (Rm 8:7; Dn 12:10).  Por conseguinte aos que transgridem a Lei, ou que pregam contra os mandamentos de Deus, não poderão jamais compreender o Apocalipse.

“Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente” (Hb 13:8).  Pois que Ele explicou, em linguagem clara, a significação das parábolas simbólicas àqueles que O rodeavam, Ele explicará também esses símbolos aos que Lhe obedecem.  Só Ele pode explicá-los.  Será que Ele já os explicou?  Falou Ele dum modo aberto acerca dos acontecimentos futuros, cujo principal evento seria a Sua Vinda?

Sim, explicou!  Quando estavam no monte das Oliveiras, Seus discípulos perguntaram-Lhe:  “Dize-nos quando serão estas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo? (Mt 24:13).  Jesus respondeu-lhes com a profecia assombrosa dos eventos que deviam suceder.

Eis pois, em linguagem clara e plena a explicação destes símbolos – a chave que lhe permitirá a compreender a verdadeira significação dos selos.

AQUI, ENTÃO, ESTÁ A EXPLICAÇÃO CLARA DOS SÍMBOLOS.  Aqui está A CHAVE que desvenda o verdadeiro significado dos selos!

Na Sua profecia do Monte das Oliveiras (Mt 24), Jesus especificou seis eventos que iam ocorrer:  – falsos profetas e falsos Cristos (vers. 5); – guerras (vers. 6) levantando-se nação contra nação, através de todo o período, culminando ao fim do tempo em GUERRA MUNDIAL (vers. 7); 3º, fomes; 4º, pestes (vers. 7). 

Depois, Jesus desviou-se do assunto (veja Lc 21:12) para descrever a destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. porque isso também foi [e é] um sinal precursor do fim do mundo.  Ele descreveu o cerco contra Jerusalém, e as batalhas “no lugar chamado no Hebraico, Armagedon”, (compare Lucas 17:30-36 com Mateus 24: 17-28).  Assim Mateus 24:9-28 e Lucas 21:12-24 se aplicam ao período de 70 d.C., apenas como um “tipo” dos acontecimentos que na realidade, sucederão no fim da nossa presente geração.

Depois, Jesus mostra o quinto selo:  os dias de grande aflição (Mateus 24:21-22)

Em seguida vêm os sinais celestiais; o sol escurecerá, e a lua não dará mais a sua luz, as estrelas cairão do céu (vers. 29 – o sexto selo. “Então  aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu com poder e grande glória” (vers. 30).

A SIGNIFICAÇÃO DOS SELOS
Favor notar a exatidão da explicação dos seis selos de Apocalipse do Capítulo 6.  Quando o Cordeiro abriu o primeiro selo (Ap 6:1) João viu um cavalo branco (vers.2); uma imitação da Segunda Vinda de Jesus, tal como está descrito em Apocalipse 19:11-16.  Aqui se encontram os falsos Cristos, os falsos ministros, os obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo (2 Co 11:13-15), pregando “um outro Jesus” (2 Co 11:4) em lugar do verdadeiro Cristo que morreu por nós.  Com efeito, o mundo está cheio de falsos profetas, mas a multidão, na sua decepção, não os pode discernir!

Havendo Cristo aberto o segundo selo, outro cavalo aparece, de cor vermelha, tirando “a paz da terra”. Isto simboliza a guerra (vers. 3-4).

O terceiro selo deixa sair um cavalo preto, este símbolo denota fomes (vers. 5-6).

O quarto selo deixa aparecer um cavalo de cor amarela.  Isto indica as pestes [ou doenças epidêmicas]
(vers. 7-8).

O quinto selo (vers. 9-11) descreve uma fase da Grande Tribulação: o martírio dos santos.  Isto mostra a Tribulação da Idade Média, somente como tipificação ou precursor para o futuro, porque aos mártires daquele tempo foi-lhes dito que repousassem “até que se completasse” o martírio dos outros santos no fim do tempo.

O sexto selo mostra os sinais celestiais, tais como o escurecimento do sol e da lua, e a queda das estrelas (vers. 12-13).  Alguns dizem que isto já aconteceu, mas os acontecimentos a que eles fazem alusão foram apenas locais, vistos numa pequena parte do mundo, e foram apenas tipos de acontecimentos muito mais vastos, muito mais formidáveis e terríveis, que sobrevirão brevemente!

Os sinais celestiais virão após os dias da Grande Tribulação (Mt 24:29).  Estes acontecimentos terríveis serão seguidos imediatamente pelo sinal do Advento de Cristo (Mt 24:29-30); o céu retirar-se-á como um livro que se enrola, os homens esconder-se-ão nas cavernas e nas rochas das montanhas, dizendo aos montes e aos rochedos para caírem sobre eles a fim de escondê-los do rosto dAquele que está assentado sobre o trono.  (Compare Apocalipse 4:2, a cena na qual João, em visão, viu a abertura destes selos, com Sofonias 1:14-17).  Eis “O GRANDE DIA DO SENHOR”.

A TRIBULAÇÃO E O DIA DO SENHOR
Precisamos fazer uma distinção entre os dias da Grande Tribulação e o Dia do Senhor.  Os sinais celestiais virão após os dias da Tribulação (Mt 24:29), mas precederão o Dia do Senhor (Joel 2:31).  Com efeito, estes dois são diferentes e separados.  Em primeiro lugar temos a Tribulação; depois vêm os sinais celestiais; e finalmente, o Dia do Senhor, o qual se revela no Sétimo Selo.

Quando este terrível DIA DO SENHOR vier, aparecerão anjos, retendo os quatro ventos da terra (Ap 7:1-3), os quais são as primeiras quatro pragas das trombetas (Capítulo 8:7-12), do Dia do Senhor.

As pragas serão detidas até que os 144.000 sejam assinalados e uma grande multidão de todas as nações se volte para Deus e para Sua proteção.

Estas 144.000 compõem-se de 12.000 representantes de cada uma das tribos literais dos filhos de Israel.  Eles serão assinalados pelo Espírito Santo e nas suas testas levarão o NOME DO PAI (Ap 14:1).  A hora deste assinalamento está ainda no futuro; virá após a Tribulação, após os sinais celestiais, vaticinando o aparecimento da Vinda de Cristo.

Uma grande multidão terá saído da Grande Tribulação (vers. 14).  Deus não enviará estas pragas sem advertir a humanidade do perigo dos acontecimentos sobrenaturais tais como os sinais celestiais e o sinal do Filho do Homem, para que todos os que queiram voltar para Deus o façam.  Até agora, Suas advertências parecem retinir em ouvidos surdos, mas quando os sinais sobrenaturais terão lugar, OS HOMENS ESCUTARÃO e voltar-se-ão para Cristo.

O Capítulo 8 de Apocalipse narra-nos o momento em que o sétimo selo é aberto.

Qual é pois este selo?

Lembre-se, repito, de que os sete selos encerram o LIVRO INTEIRO.  Por conseguinte, este sétimo selo deve abranger a parte restante da profecia.  Conforme cada selo era aberto, João ia anotando o que ele via.  O que é que ele viu na abertura deste último selo?  João viu que SETE TROMBETAS foram dadas aos anjos (Ap 8: 1-2).

Aqui está a terceira chave essencial para compreender a profecia.  Ao contrário da opinião popular, as sete trombetas seguem de perto o encerramento do sétimo selo; elas são e constituem o sétimo selo.

O Sétimo Selo consta de sete etapas; cada uma chama-se uma TROMBETA.  Estas sete etapas constituem as PRAGAS (Ap 9:20).  As primeiras  quatro pragas são os ventos que sopram sobre a terra, sobre as árvores, sobre os rios e o mar (Ap 8:1-12).  Como o espaço deste livrinho é limitado, eu não procurarei explicar a natureza de todas estas pragas.  O leitor pode aceitá-las seja num sentido literal ou simbólico.  Porém, se procurar considerá-las como sendo simbólicas precisará então encontrar uma interpretação BÍBLICA para cada uma delas.  Uma trombeta é também um símbolo de GUERRA, isto é, as duas faces da TERCEIRA GUERRA MUNDIAL que se aproxima.  Quanto às trombetas 5, 6 e 7, elas são chamadas AIS, isto é, CALAMIDADES (Ap 8:13).

AS TRÊS CALAMIDADES
A primeira calamidade ou a quinta trombeta, está descrita no Capítulo 9 de Apocalipse, versículos 1 a 11.  O poder  que causa a destruição, especialmente a dos homens, surge do abismo.  Este último é um símbolo cuja interpretação se encontra apenas no Capitulo 17, versículos 8-14.  Aprendemos aqui que o renascimento do velho Império Romano é o poder que sai do “poço do abismo”.  É um poder beligerante (versículo 17).  Mussolini restaurou, embora miseravelmente, a insignificante SEXTA  “Cabeça da Besta” que é o Império Romano.  O sétimo e último avivamento ainda está por vir.  Hitler, o ditador alemão, iniciou esta restauração; não a cumpriu, porém, completamente.

A descrição da Segunda Calamidade, com os seus símbolos de cavalos e cavaleiros (compare Ezequiel 38:4, 38:15 e Joel 2:4), está mencionada no Capítulo 9 de Apocalipse, vers. 13-21.  Será possível que aqui esteja representada a Federação Russa, cuja missão será afinal a de destruir a União Européia – uma União Nazista e Facista formada pelo Império Católico-Romano, a qual a Bíblia chama:  “A Besta” e “Babilônia”?  (Examine os Capítulos 17 e 18 de Apocalipse; também os Capítulos 13-14, 47-48 de Isaías e os Capítulos 50 e 51 de Jeremias.

Notar que no FIM da segunda Calamidade (Apoc. 11:12-14), as DUAS TESTEMUNHAS concluem sua missão.  São mortas pela “Besta”, por este Império Romano restabelecido, surgindo do abismo sob a primeira Calamidade.  Ao contrário das falsas suposições de certas teorias, estas coisas não tiveram lugar ainda.  Mas ELAS ACONTECERÃO MUITO EM BREVE.

Em seguida temos a TERCEIRA CALAMIDADE, ou a sétima trombeta. Que representa esta Calamidade?  Esta é a última, isto é, a sétima parte do Sétimo Selo.  Lembre-se, no entanto, que os sete selos cobrem a PROFECIA INTEIRA!

Quando a sétima trombeta soa, as nações estão iradas, pois uma guerra está em progresso e os anciãos anunciam:  “Veio a TUA IRA” (Ap 11:15-18).

Que quer dizer “A IRA” do Senhor?  De acordo com a Bíblia (Ap 15:1), ela representa as SETE ÚLTIMAS PRAGAS.  Tal como o sétimo selo é subdividido em SETE TROMBETAS, assim a sétima trombeta subdivide-se em SETE ÚLTIMAS PRAGAS, os quais são e constituem a sétima trombeta ou a terceira CALAMIDADE.  Portanto, as sete últimas pragas fazem parte do sétimo selo, e a Segunda Vinda de Cristo terá lugar precisamente no momento das sete últimas pragas.  Ao ressoar da sétima trombeta, os reinos deste mundo virão a ser do nosso Senhor e do Seu Cristo; e Ele reinará para todo o sempre (Apoc. 11:15).  Então Jesus vem NA ÚLTIMA TROMBETA. – 1 Co 15:52; 1 Ts 4:16.

O Capítulo 12 é uma inserção no pensamento principal do relato histórico.  Por exemplo, no seu livro, um escritor é livre de suspender sua narração para esboçar ou reconstruir as atividades duma personagem qualquer; pode fazer uma digressão a seu prazer, para narrar certos episódios na sua história.  Pois bem, é exatamente isso que João faz, ao descrever A IGREJA VERDADEIRA, desde o tempo antes do nascimento de Jesus Cristo e continuando para além da sua ressurreição e ascensão, em cujo período A IGREJA VERDADEIRA foi forçada a fugir para longe das fronteiras do Império Romano.  A Igreja Verdadeira sempre existiu desde o seu fundamento.

Quanto à igreja mencionada no capítulo 17, ela é a falsa igreja.  O capítulo 12 de Apocalipse dá-nos descrição da Igreja verdadeira que sobreviveu até ao presente à perseguição do diabo.  Este, porém, sabendo que tem pouco tempo, persegue a Igreja Verdadeira, descrita como um PEQUENO rebanho, isto é, formada daqueles poucos que GUARDAM OS MANDAMENTOS DE DEUS (vers. 17); ao passo que a falsa Igreja e suas filhas pregam a abolição dos mandamentos de Deus!

O Capítulo 13 representa uma outra inserção a qual se refere à “besta” simbólica e uma Segunda “besta” de dois chifres.  O capítulo 14 fala de três anjos que proclamam a QUEDA e ruína total de “Babilônia”, por meio das sete últimas pragas; este capítulo também chama a atenção do perigo da MARCA DA BESTA que será imposta sob decepção aos que estiverem em Babilônia.

Os Capítulos 15 e16 descrevem as sete últimas pragas, as quais representam a terceira calamidade ou a sétima trombeta, isto é, o juízo de Deus contra este falso sistema religioso a “Babilônia” (Ap 18:14, 10).

Os Capítulos 17 e 18 mostram a restauração do Império Romano assim como a IGREJA FALSA com as suas IGREJAS FILHAS a mãe das meretrizes (Apoc. 17: 2 e 18:3).

O mundo está sob a decepção babilônica – está defraudado! (Jeremias 50:4-8, 13-15; 51: 6-9, Isaias 47: 1,5,7-9 e 11; 48: 1,12,17-20).  Somos o povo de Israel, em Babilônia, como Israel esteve no Egito quando as pragas foram derramadas sobre os egípcios; Deus convida-nos a sair dela (Ap 18:4) e manda-nos a guardar Seus mandamentos.

O Capítulo 19 mostra a segunda VINDA DE CRISTO; e o Capítulo 20 menciona o estabelecimento do REINO DE MIL ANOS AQUI SOBRE A TERRA (Ap 5:10).  Os Capítulos 21 e 22 fazem uma descrição DOS NOVOS CÉUS E DA NOVA TERRA, por toda a eternidade.

O leitor fará bem em LER SUA BÍBLIA COM AFINCO, a fim de poder certificar-se desta verdade, através dos versículos bíblicos aqui mencionados.

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O FIO DA ESTÓRIA DE APOCALIPSE

 

    OS SELOS

     1)  Os Falsos Profetas
     2)  As guerras
     3)  As Fomes
     4)  As Pestilências
     5)  A Tribulação
     6)  Os Sinais Celestiais

     7)  As trombetas       1  Devastação na terra
                                       2  Devastação no mar
                                       3  Devastação nas águas dos rios
                                       4  Devastação no Sol, na Lua e nas estrelas

                                       5  Primeira Calamidade
                                       6  Segunda Calamidade

                                       7  Terceira Calamidade ou as Sete Últimas Pragas

a Batalha do Armagedom e
a Segunda Vinda de Cristo

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  ESBOÇO DOS ACONTECIMENTOS DE APOCALIPSE

 

        Capítulo                          Acontecimentos                                      Inserções

           1)                                INTRODUÇÃO                 

        2-3) ……………………………………………………………………… CARTAS ÀS SETE IGREJAS

         4-5)                               PRELÚDIO                       

            6)                               OS PRIMEIROS SETE SELOS

            7)                               AS DUAS MULTIDÕES

        8-10)                              AS TROMBETAS

           11)                              AS DUAS TESTEMUNHAS

           12) …………………………………………………………………….. A IGREJA VERDADEIRA

           13) …………………………………………………………………….. AS DUAS BESTAS

           14) …………………………………………………………………….. AS TRES MENSAGENS 

       15-16)                              AS SETE ÚLTIMAS PRAGAS

       17-18) ……………………………………………………………………. A IGREJA FALSA

            19)                             A SEGUNDA VINDA

            20)                             O MILÊNIO

        21-22)                             NOVOS CÉUS E NOVA TERRA

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Tudo o que aconteceu levou Deus a empreender a mais magnífica criação de todas – a reprodução de Si mesmo!  A criação final de Seres divinos na Sua família divina – superior aos anjos!

Este é o CUME MAJESTOSO inigualável do poder criativo de Deus!  É o verdadeiro zênite de toda a realização divina!  Um projeto tão incrivelmente transcendental e espantoso que é difícil para a mente humana assimilar.

O grandioso DEUS – auto-existente, antes de tudo, é o Criador de todas as coisas, e está a reproduzir-se a Si Mesmo em múltiplos de outros seres exatamente iguais a Ele – divinos, supremos em poder, perfeitos em caráter – cada um por sua própria escolha, perfeitamente de acordo com o Pai, e determinados a não pecar!

Que potencial incrível! 

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